Desde pequena, achava muito engraçado o que diziam "Ser mãe é padecer no paraíso (e ser pai é padecer no prejuízo)". Depois de crescida, sempre me imaginava grávida, como eu agiria com meus filhos, pequenos ou grandes, sonhava e divagava sobre como seria minha vida de mãe. Um dia, o momento chegou. Quando vi meu primeiro teste de farmácia "positivo", tudo passou a fazer sentido pra mim. Toda a luta, todo o esforço, toda a vontade de viver bem e fazer desse mundo um lugar melhor; o sentido da vida se tornou claro pra mim naquele momento. E agora, cá estou eu, padecendo no paraíso, com meus dois anjos.


Lilypie 4th Birthday Ticker


Lilypie 2nd Birthday Ticker



Chris padecendo com Cecília


Dani padecendo com Ana Julia


Daniela padecendo com Vinícius e Rafaela


Fa padecendo com Pi e Bebezinho


Fabi padecendo com Bárbara e Beatriz


Greice padecendo com Mariana


Isabella padecendo com Beatriz


Karina padecendo com Pedro


Kátia padecendo com Felipe e Lucas


Letícia padecendo com Thierry e Fabrício


Rose padecendo com André





Aconteceu assim...





Quinta-feira, Maio 17, 2007

Ser mãe é padecer no paraíso

O dia das mães passou, o aniversário passou... e chegou a hora de ir embora. Acho que minha vida chegou numa fase em que eu tenho que parar de olhar só pros meus filhos e olhar mais pra minha família como um todo (todo mesmo, eu, Guto, nossa relação, nossa casa, nossos filhos, nosso futuro). Eduardo já está ficando grandinho, está deixando de ser o meu bebê. Somos uma família consolidada, e estou sentindo falta de um tempo pra mim, um espaço pra mim. Esse espaço vai ser o blog novo, que ainda está meio feinho mas de propósito: peguei um template bem clean, branquinho, pra ir mudando conforme a vida for me levando, para aos poucos ter a minha cara.
Às amigas que me conheceram por aqui, muito obrigada pelas visitas e pelo carinho, sempre. A quem vinha só pelos meus filhos, estarei em outro lugar onde tratarei meus filhos como parte de mim, e não como "crianças públicas". Tudo que estiver lá terá a minha cara, expressará minhas opiniões e maneiras de ver as coisas. Então, já sabe... se não quiser me ver, não venha. ;o).

Quem quiser nos visitar, entre em contato comigo, terei o maior prazer em recebê-las na casa nova.

Padeeeeece, filha! 3:43 PM



Segunda-feira, Maio 14, 2007

É a sina

Hoje cedo, na faculdade, cantaram Parabéns a você e metade da turma achou que era pras mães. Hmpf.

Padeeeeece, filha! 3:40 PM



Sexta-feira, Maio 11, 2007

Afinal, o que acontece??

Então, estava eu hoje me visitando e notei que o meu jeito de escrever era tão mais leve... o que será que acontece? Meu humor continua o mesmo - se não melhor, o dinheiro aumentou, estou fazendo a faculdade que sempre quis, ainda tenho meus filhos lindos e com saúde, ainda tenho o Guto maravilhoso do meu lado... Sim, eu sei o que acontece: eu estava grávida. É, pois é. O trecho do blog que li foi justamente o de quando eu estava entre 20-24 semanas.
Acontece o que eu já sabia que acontecia: a natureza me criou para estar grávida. Deus me dotou de útero, hormônios e marido bom de mira (hahahahaha) que me tornam uma pessoa que precisa estar grávida para estar em sua plenitude. Eu nunca enjoei na gravidez (nem sei o que é isso), sempre passei minhas duas gestações sem intercorrências, perdia as gordurinhas indesejadas (chegava ao final da gravidez com uma criança de 3,5 kg e com apenas 5 quilos a mais. Uia!). Pari meus filhos com uma tranquilidade enorme, tive partos ótimos (cada um com suas peculiaridades, mas ambos sem anestesia e com recuperação 100%).
Hoje uma amiga da faculdade me deu um belo puxão de orelha quando disse que não queria mais engravidar tão fácil. De verdade, do fundo do meu coração, é quase doloroso pra mim ter todo esse "arsenal" à disposição quando muitas lutam tanto para ter os seus filhotes. Acho que é isso. Meu desejo pra esse Dia das Mães é que Deus, misericordioso, passe um pouco da minha facilidade para engravidar a outras que tanto precisam.

Padeeeeece, filha! 4:30 PM



Quarta-feira, Maio 09, 2007

Um ano mais esperta ;c)

Segunda-feira que vem, logo depois do Dia das Mães, é o meu aniversário. É, ele sempre foi ofuscado pelo Dia das Mães (...). Além disso, eu tinha uma irmã que fazia aniversário dia 25 de junho, então todas as minhas festinhas eram junto com a dela e o tema sempre era... Festa Junina! Imagina só, como se não bastasse ninguém se lembrar do aniverário direito por causa do Dia das Mães, na época da festa já tinha se passado tanto tempo que ninguém sabia ao certo quando tinha sido o meu aniversário.
Meu aniversário de 15 anos, por exemplo, caiu no Dia das Mães, e fomos a um churrasco de Dia das Mães na casa de uns compadres dos meus pais. Ninguém sabia que era meu aniversário, e continuou sem saber. O de 21 foi outro vexame. Eu tinha uma prova cabeluda de cálculo no dia, horrorooooosa, minha sandália arrebentou na entrada do campus (bem no meio do nada...), tive que pegar um ônibus descalça e ir pro centro comprar outra sandália... a irmã que morava comigo me mandou uma mensagem de celular com Parabéns às oito horas da noite, e foi a única que se manifestou. No meu aniversário de 23 anos, eu estava grávida da Mariana e ganhei de presente um belíssimo pacote de fraldas (hahahaha), que minha cunhada deu sem nem saber que era meu aniversário.
Masssss, como nem tudo são lágrimas (hahahaha), houveram também aniverários fabulosos. No de 18 ganhei urso de pelúcia e bombons, no de 19 ganhei um perfume maravilhoso e um bilhete super delicado e carinhoso da irmã, saí com vários amigos e a noite foi divertidíssima (fechamos 4 botecos em BH, hahahaha), o de 20 anos caiu no Dia das Mães também, minha mãe só lembrava que era meu aniversário e eu só lembrava que era Dia das Mães, mas meus pais fizeram um churrasquinho pras tias e primos, encomendaram um bolo delicioso e foi um dos melhores aniversários da minha vida. No de 25 fomos almoçar fora e o Guto me deu um bolinho super lindinho, amei; no de 26 eu estava com Dudu na barriga, ainda sem saber, minha mãe estava na minha casa e alguns amigos nossos foram pra lá, e eu me senti realmente bem com a presença de algumas das pessoas mais queridas pra mim (só faltou a Rebeca, né? ;0) ).
Enfim, acho que o saldo é mais positivo que negativo. Apesar de eu saber que não estarei perto de algumas pessoas que amo muito, sei que elas estarão comigo em pensamento.

PS. Hoje é aniversário do meu pai, 65 anos. Paizinho, muita saúde e muita força pra continuar realizando os seus sonhos. Sei que no mês passado você realizou um deles, e fico muito contente que tenha dado tudo tão certo. Apesar de você viver reclamando pelos cantos que "já está muito velho", sei que aí ainda bate um coração de moleque que ainda brinca com os netos como quando eu tinha a idade deles e ainda sonha, trabalha e tem esperança no futuro. Milhões de beijos de nós quatro aqui.

Padeeeeece, filha! 3:31 PM



Terça-feira, Maio 01, 2007

O primeiro amigo imaginário a gente nunca esquece

Mariana já vinha, a algum tempo, falando de uma tal Plepla em suas brincadeiras. Hoje ela me disse que a Plepla tinha uma mãe que se chamava Keylla, igual a mim, mas que o pai dela não se chamava Guto. Perguntei: e cadê ela? E a Mariana: aqui, ó, na sua frente. Ela é pequenininha! (...)
Que coisa maravilhosa é acompanhar o desenvolvimento de uma criança!

Padeeeeece, filha! 12:33 PM