Desde
pequena, achava muito engraçado o que diziam "Ser mãe é padecer no paraíso
(e ser pai é padecer no prejuízo)". Depois de crescida, sempre me
imaginava grávida, como eu agiria com meus filhos, pequenos ou grandes,
sonhava e divagava sobre como seria minha vida de mãe. Um dia, o momento
chegou. Quando vi meu primeiro teste de farmácia "positivo", tudo passou a
fazer sentido pra mim. Toda a luta, todo o esforço, toda a vontade de
viver bem e fazer desse mundo um lugar melhor; o sentido da vida se
tornou claro pra mim naquele momento. E agora, cá estou eu, padecendo no
paraíso, com meus dois anjos.

Dani padecendo com Ana Julia
Daniela padecendo com Vinícius e Rafaela
Fabi padecendo com Bárbara e Beatriz
Rose padecendo com André

Aconteceu assim...
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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008
É o fim
Meus queridos amigos,
Este blog está chegando ao fim. Fico até triste em dizer isso, pq ele me acompanhou por uma fase muito boa da minha vida e da vida dos meninos. Foi feito com muito carinho, e era um blog do qual eu gostava muito mesmo.
Mas o tempo foi passando e, cada vez mais, fui perdendo minha identidade. Na verdade, eu não a perdi mais que já tinha perdido, mas agora que o Eduardo já fez dois anos - logo, não sou mais mãe de um bebê - sinto que está mesmo na hora de me recuperar desse mar sem fim que é a maternidade, e que acaba afogando a gente mesmo.
O blog novo foi feito em tempo recorde. Hoje, durante à tarde, dormi um pouco e acordei com essa necessidade na cabeça. Por volta de 19 horas eu comecei e terminei agora, faltando pouco pras 23. Quem me acompanha a mais tempo sabe que eu levo semaaaaaanas fazendo um template, mas acho que dessa vez a coisa estava tão forte que eu já sabia exatamente o que queria - e precisava.
Um grande abraço a todos, muito obrigada pela companhia. Estarei aqui de agora em diante.
Padeeeeece, filha! 10:53 PM
Terça-feira, Fevereiro 05, 2008
Inaugurando a nova fase
Eduardo fez xixi no peniquinho pela primeira vez hoje!!!
Bom, nessa parte da história, tenho que contextualizar meus amados leitores: Mariana começou seu desfralde precocemente, aos 18 meses. Na época eu ainda achava que ela não tinha maturidade pra isso, mas ela vivia tirando a fralda, era mais custoso mantê-la de fralda que iniciar o desfralde... conversei com a pediatra e ela me disse que eu poderia sim começar o desfralde, que se ela demonstrasse estar incomodada com a fralda eu poderia começar a ensiná-la.
Acontece que logo que começou o desfralde, eu comecei a trabalhar, ainda estudando à noite. Chegava em casa muito tarde, quando ia à faculdade. Na escola, ela ficava sem fraldas e pedia pra fazer xixi, mas em casa era sempre, sempre, sempre no chão. Eu e Guto acreditávamos que era para chamar nossa atenção, pois estávamos num momento complicado, teríamos que deixar o apartamento onde estávamos, tínhamos vizinhos problemáticos no andar de cima (brigas e gritos de madrugada, violência doméstica durante o fim de semana), e Mariana sempre foi muito suscetível ao humor e às energias à sua volta, e isso tudo resultava em grande estres pra ela. Como se não bastasse, 3 meses depois eu engravidei, e minha paciência foi a zero. Estava sempre com sono, irritada, e ficar limpando xixi o tempo todo não estava sendo nada agradável. Além disso, Mariana sempre fazia xixi 10 segundos depois de perguntarmos se ela queria fazer xixi e ela afirmar que não... enfim.
O desfralde foi uma grande novela; na escola, tudo lindo e perfeito, em casa, extremamente desgastante. Foi assim até que Mariana fez 2 anos. Ela fez 2 anos no dia 28/08/05, e nos mudamos no dia 30/08/05. Assim que saímos do outro apartamento e pisamos no novo, sem todo o meu estress com a situação que estávamos passando e as energias negativas da vizinhança, Mariana desfraldou. Nunca mais ela usou fralda de dia, e em uma semana ela tirou a fralda da noite também.
Quando veio Eduardo, decidi que o desfralde dele só começaria quando ele me desse provas concretas de que estava realmente pronto. Logo que ele fez 18 meses, começou a se irritar com a fralda e querer tirá-la. Eu segurei, não deixei, ela brigava pra colocar a fralda e eu colocava mesmo assim. Arrepiava quando ele vinha pro meu lado choramingando, tentando arrancar a fralda. De vez em quando, na hora do banho ou quando estivesse por conta deles, perguntava se ele queria fazer xixi ou cocô no peniquinho; se ele dissesse que sim, o levava ao banheiro, tirava a fralda e o sentava no peniquinho. Às vezes o sentava de fralda mesmo, pelo costume, pela brincadeira. Ele nunca fez xixi ou cocô, sempre levantava antes, ansioso querendo ver se tinha algo no penico.
Hoje, na hora do banho, tirei a fralda dele e perguntei se ele queria fazer xixi. Ele disse que sim e apontou pro peniquinho, o sentei no peniquinho e ele ficou sentadinho, compenetrado e, tcham tcham tcham tchaaaaaaam! Fez xixi. Ficou super contente, orgulhoso do seu produto, hehehe. Chamamos o papai pra comemorar o primeiro xixi no peniquinho.
Agora o treinamento vai começar, oficialmente. Ainda de fraldas, pq minha coluna não anda lá essas coisas, e limpar xixi de 5 em 5 minutos é f*da. Mas agira tenho certeza que meu filhote está preparado pra isso. Crescendo.
Padeeeeece, filha! 8:45 PM
A psicologia do emagrecimento - ou da falta dele
Alguém me disse que colocar a foto de uma gostosa na porta da geladeira seria um bom estímulo pra quando abríssemos a geladeira nos dias de carnaval. E eu conheço muita gente que concorda com isso, mas eu não consigo, por dois motivos (que eu saiba):
1. Meu objetivo ao perder peso não é ficar linda e gostosa, é ter saúde. E ser linda e gostosa, pra mim, é consequencia e um corpo saudável... logo, a mulata gostosa ou a atriz siliconada não me convencem em nada...
2. Mesmo que meu objetivo fosse ficar linda e gostosa, quando eu visse aquela coisa na porta da minha geladeira e lembrasse da minha pança calamitosa, eu ficaria mais triste ainda e ia precisar mais ainda de um docinho pra "adoçar as mágoas"...
Acho que a solução é botar a foto de uma obesa mórbida. Assim, vejo onde não quero chegar...
Padeeeeece, filha! 1:18 PM
Ai, como a chuva me deixa triste...
Está chovendo, chovendo, chovendo. É Carnaval, mas eu não consigo achar a menor graça nesse Carnaval molhado.
A Pafúncia que me perdoe, mas triste assim, boca fechada é f*da.
Padeeeeece, filha! 9:43 AM
Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008
A Festa
Como já era de se esperar, veio bem pouca gente à festa, apesar de ter deixado de vir só uma pessoa de todos que eu esperava que viessem. É isso, fazer festa no sábado de carnaval é assim mesmo, a gente não encontra nem quem convidar, rss, mas eu não queria adiar a festa do meu filho por causa disso. Não queria porque é prático pra mim uma festa no Carnaval (tenho o feriado todo pra limpar a zona), e logo depois do Carnaval já volto à faculdade, as crianças às escolas, muita coisa pra fazer no início do ano brasileiro.
O barato da festa com pouca gente é que o Eduardo se divertiu horrores no meio do confete e da serpentina, circulou bem pela casa e brincou do começo ao final. Depois da festa, brincou mais um tanto com uns convidados que dormiriam aqui e já morto da farra, pegou uma almofada, deitou no sofá ao lado do meu pai, disse "Mi!" (dormir) e apagou com meu pai fazendo cafuné nas costas dele.
A decoraçao ficou ótima, e os convidados entraram no clima. Comemos, bebemos, cantamos e só não sambamos pq somos desengonçados, hahaha. Foi bom, me diverti, as crianças também. As fotos:
A mesa
O bolo
A decoração
O aniversariante, comendo bala de coco e farreando no meio do confete
Soprando a velinha
Uns vampiros-palhaços que vieram curtir a festa, hohoho
Padeeeeece, filha! 10:31 PM
Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008
Meu pequeno fez 2 anos...
E não é mais meu bebezinho. (Suspiros)
Eu sou uma pessoa abençoada, com certeza. Me deu, além de um marido maravilhoso, filhos lindos, deliciosos, tudo que eu poderia querer. A vida não poderia me dar filhos melhores, e esse baixinho é uma criança iluminada mesmo. Desde que fiquei grávida dele, eu senti uma coisa boa, uma sensação gostosa. Depois que ele nasceu, eu tive certeza que ele era um anjo que veio pra iluminar meu caminho. É o que ele é.
Parabéns, meu filho. Que você possa ser tão feliz quanto você me faz.

Padeeeeece, filha! 7:51 AM
Quarta-feira, Janeiro 30, 2008
Fotos, como prometido
Mariana falando ao telefone com algum amigo imaginário. Imagina quando for real!!
Gabriel, que adora um banho
Ele até tem uma cara meio fechada...
...Mas também sabe dar boas gargalhadas!
A tia com os sobrinhos
A família, quase completinha.
Padeeeeece, filha! 11:49 AM
Quarta-feira, Janeiro 23, 2008
Ai, as férias...
Pois é. Estava de férias na casa dos meus pais no interior, mas não dou conta dessa vida. Só um dos andares da casa deve ser maior que meu apartamento, não lavei um prato, fiquei de folga a semana toda... mas que saco! Não consigo ficar longe do Guto, muito menos sem internet e TV a cabo e vendo o DVD da Turma da Mônica mais ou menos umas 5 vezes por dia, hohoho. As crianças eu nem contava muito, porque eu estava com uma falta de paciência daquelas (dieta, sem o Guto, com meu pai comprando doces, carnes e etecéteras, minha mãe fazendo broas e bolos deliciosos... ah, puxa vida!) e eles estavam muito mais afins de brincar e ficar com os avós que aguentar a mãe estressada, rs. Mas foi bom, vi minha irmã e conheci meu sobrinho super fofinho e cheirosinho. Pude constatar que amor de tia é quase igual amor de mãe, com a diferença de que você pode mimar e de madrugada não é você que acorda pra dar de mamar e trocar a fralda, hahahaha. A paixão é instantânea, principalmente quando vi nele os traços claros da minha irmã... me lembrei de quando ela era bebê, do nariz e boca idênticos, do cabelinho igualzinho, do formato do rosto... me lembrei de coisas boas da minha infância, da época que ela nasceu, uma delícia.
In the other hand, acabei me envolvendo com um assunto familiar recorrente, uma pedrinha no sapato que incomoda de vez em quando. Por mais que eu queira me manter longe dos casos dos outros, impossível não sofrer vendo os pais da gente sofrerem, assim como é impossível pra mim não sofrer vendo meus filhos sofrerem. Eu detesto gente medrosa que gosta de se manter perto o suficiente pra poder jogar pedras e longe o suficiente pra não apanhar. Quer ficar perto, fique e assuma os riscos de ter que conviver em família. Quer ficar longe, fique e assuma os riscos de não fazer mais parte dela. Cada um na sua, mas assumindo sua condição e sendo coerente com ela.
Enfim, cada um tem um karma. Depois eu volto com as fotos.
Padeeeeece, filha! 1:36 PM
Quarta-feira, Janeiro 09, 2008
É Carvaval, é samba a noite inteira...
Pois é, meninas, já que o Reveillon foi chato e eu gosto de aprender com os erros e não relembrar os erros, vamos tocar pra frente. O Carnaval ainda não chegou, mas aqui em casa já estamos esquentando os tamborins, hohoho. O aniversário do Dudu vem aí e, como o sábado mais próximo do aniversário dele vai cair no sábado de Carnaval, então o tema vai mudar de Shrek para Carnaval. Não é sempre que a gente tem essa sorte, né? Rsss. Eu, particularmente, detesto carnaval, mas adoro a idéia das matinês, que a gente vestia uma fantasia (ou não), ia prum clube qualquer e ficava a tarde inteira jogando confete sujo na cabeça dos outros, hahahaha. E aí a festa vai ser isso mesmo: confete, serpentinha, marchinhas de carnaval e um monte de adultos de máscaras relembrando os velhos tempos, hehehehe. A decoração vai ser, obviamente, bem colorida e cheia de brilho, de lantejoula, metalóide, etc e tal. Normalmente eu escolho duas ou três cores pro tema, e dessa vez escolhi cinco. Já estou com tudo planejadinho aqui na minha cachola, só falta executar.
Como já é tradição, vou colocar aqui o primeiro item a decoração a ficar pronto: a máscara do Guto. O tema é o time pro qual ele torce, alguém adivinha qual? Só mais uma dica: ele não é mineiro, é paulista, rs.
Padeeeeece, filha! 11:57 AM
Quarta-feira, Janeiro 02, 2008
Eu aprendo, mas não muito
Depois do Natal "revelador", veio o Ano Novo "mas você não aprende mesmo...". Um casal de amigos não tinha o que fazer, e acabamos combinando de passar a virada juntos. Na verdade, o casal não é amigo não, o cara é que é amigo, porque a "esposa" é uma emo de 18 anos (o marido tem 28) que ainda não percebeu que existe vida além do umbigo dela. Agora, aos fatos:
Eu não aprendo #1: No Carnaval do ano passado, o Casal Maravilha veio ficar conosco. Honestamente, foi muito constrangedor. Eles chegaram, sentaram no sofá e ficaram lá, namorando. Eu e Guto fomos almoçar e ela não quis, então ele "resolveu" não querer também. E foi assim, eu e Guto conversando, fazendo nossas coisas e os dois sentados no sofá, durante todo o tempo. Era como se estivéssemos sozinhos em casa, com a diferença de que dois lugares no sofá estavam ocupados. O tempo foi passando, e a mumia, que antes morava em outro estado, veio para BH para estudar, fazer vestibular, essas coisas que a gente faz com 18 anos. Aí aconteceu que ela teve um problema qualquer na república onde estava e eles resolveram morar juntos. No mês passado fomos visitar a casa deles, e foi ligeiramente divertido, ela ainda estava meio esquisitinha mas parecia que tinha sido só uma primeira impressão (eu não disse, mas desde que eles se conheceram aconteceram vários eventos interessantes, como ela crises, tardes no hospital, vomitos de sangue e desmaios a qualquer sinal de que ele tinha uma vida além dela). Então, voltando ao Ano Novo, como eles não fariam nada e nós também não tínhamos planos, combinamos de ir a um restaurante aqui perto, o que é mais ou menos o fato do "Eu não aprendo #2".
Eu não aprendo #2: No Natal, eu percebi que nós não precisávamos estar com ninguém pra sermos felizes... mas aí os vizinhos - os mesmos do Natal - disseram que iriam pro mesmo lugar que nós, então concordamos de ir todo mundo junto. Quando chegou a noite, disseram que iriam para o restaurante às 21 horas. Eu disse que seria complicado, pois ficar num restaurante mais de 3 horas era inviável pras duas famílias; eu por ter crianças que ficam difíceis de manter animadas e controladas depois de 3 horas num restaurante, e eles pois tinham uma mulher que fez uma cesárea dia 10 de dezembro e ainda sentindo muuuuuitas dores (eu nunca fiz cesárea, então, me digam, demora tanto assim pra parar de sentir dor?? Sou muito mais um parto normal, que dói na hora, e só), e seria difícil pra ela ficar tanto tempo no restaurante. Disse que ir passar o Ano Novo no restaurante e voltar pra casa aos 10 minutos do Ano Novo era chato. Aí o chefe da família (eram ele, a mulher, a mãe, a avó, um filho adolescente e o recém nascido) disse: mas se a maioria do meu pessoal quiser voltar pra casa meia noite, eu volto. (...) Previ a porcaria de festa que seria, mas às 20 da noite não dava mais pra mudar os planos. Como eu e Guto planejamos desde o começo, saímos às 23 horas, chegamos no restaurante e mais ou menos 15 minutos depois o Casal Maravilha se levantou e disse que "iam ali". Os vizinhos já estavam com cara de sono (...). Comemos qq coisa, deu a meia noite, tentamos ver os fogos da Lagoa da Pampulha (mas não deu...). Como previsto, 10 minutos depois da meia noite eles estavam pedindo a conta. O Casal Maravilha, que estava namorando do lado de fora, no escurinho (eles moram juntos, sozinhos, num apartamentinho só pra eles, com uma cama de casal só pra eles e sem televisão), resolveu voltar pra dentro do restaurante na hora que estávamos levantando pra sair. Pagamos a conta e fomos embora. Quando chegamos em casa, eu não via a hora do Casal Maravilha ir embora pra eu dormir, porque depois da enorme frustração, da chateação desnecessária com o casal que, cá entre nós, era melhor ter ficado sozinho na sua casinha que vir atrapalhar a festa dos outros, e do sono incontrolável dos vizinhos, eu só queria domir e esquecer o acontecido.
Meu propósito pra 2008 é deixar de ser besta e viver a minha vida com meu marido e meus filhos do jeito que eu quero, e não cedendo à noção de "festa" dos outros.
Padeeeeece, filha! 4:12 PM
Terça-feira, Dezembro 25, 2007
O que eu espero do Natal
Eu não sei dizer exatamente como foram os Natais na minha vida na minha infância. Eu me lembro que eu queria muito que tivesse ceia na minha casa, ou que a minha família fosse cear na casa de outra família, mas isso nunca acontecia. Na verdade, chegou a acontecer uma vez, fomos cear na casa de uma tia, um casal sem filhos. Eram apenas as duas famílias, e no dia tive a sensação de que eu e minha irmã éramos o sentido daquela reunião, éramos a alegria do evento. Nunca mais houve outra ceia, e desde então foi sempre assim: "janta" comum antes de meus pais irem pra Missa do Galo, cama, frustração, presentes no dia seguinte, almoço de domingo normal no dia 25. Era legal, mas pra mim, era só um domingo com presentes de manhã. Aí, eu saí de casa. E meus Natais passaram a ser eu sozinha vendo os especiais de Natal da Globo. Aí eu me casei e aprendi a cozinhar. E aí já tinha a Mariana, e eu não queria que os Natais dela fossem como os meus, então eu comecei a passar os Natais na casa dos meus pais e fazer as ceias. Era bom, era muita gente, era uma família reunida e feliz, celebrando uma data especial com as pessoas queridas por perto, mas mesmo assim era estranho. Meus pais definitivamente não são de ceia, eles comem demais e não conseguem dormir direito, apesar de estarem mortos de sono por terem ficado até tarde "esperando pela comida". Tentei algumas vezes fazer esse Natal em família funcionar, mas não achava legal só eu fazer força pra funcionar. Aí resolvemos passar o Natal em casa, mas eu ainda não estava muito convicta disso porque somos uma família pequena, e eu ainda estava pensando no pessoal reunido, muita gente, muita comida, muita festa. Ficamos em casa e resolvemos fazer a ceia em conjunto com alguns amigos, na casa deles (que é no apartamento de porta com o nosso, rs). Foi bom, a comida estava ótima, mas uma ou outra pessoa (de outra família, não da nossa) estavam cansados, ou doentes, ou com dor, ou sei lá o quê... e aí, na hora dos presentes (de noite sim, porque os pais são mais ansiosos que as crianças, e queríamos que eles ficassem o resto da noite ocupados e se divertindo, e não entendiados com o papo dos "adultos"), viemos pra nossa casa e foi aí que vimos a festa acontecer. A cada presente que abriam, a gente via na carinha deles o sentido da reunião, da ceia, da festa, da celebração: a alegria. Não só pelos presentes, claro, mas a alegria de estar junto, a alegria de se esforçar em fazer quem amamos felizes, a alegria de estarmos bem, com saúde, a alegria de termos filhos lindos, espertos, inteligentes, a alegria de (eu e Guto) estarmos juntos e felizes, a alegria de viver bem, a alegria de termos uma família maravilhosa, a alegria de sermos uma família feliz por estar junto o ano todo e celebrar isso no Natal, e não fingir que somos felizes no dia 24 só porque é Natal.
Foi aí que eu percebi que não precisamos nos esforçar pra passar o Natal com nenhuma outra família pra sermos felizes, e que um Natal legal não depende de onde estamos. Não vamos pensar em quem não está e buscar a alegria onde não estamos, vamos sim pensar em quem está conosco e trazer a alegria pra onde estamos. Dessa vez eu consegui.
Padeeeeece, filha! 9:51 PM
Segunda-feira, Dezembro 17, 2007
Carta para o Papai Noel

Padeeeeece, filha! 1:09 PM
Quinta-feira, Dezembro 13, 2007
Dingou béu, dingou béu, acabou o papéeeeel.... (moeda, hahahaha)
Voltando das compras de Natal! Ueba! Gastamos um tanto bom, estamos esperando pagar o cartão de crédito pra gastar outro tanto (Letícia, eu vou te pagar assim que os meninos entrarem de férias, tá?? Rss). Mariana tinha pedido uma Mobility cheff. Procuramos por todos os lugares, mas não achávamos de jeito nenhum, nem na Hi Happy, nem nas Americanas, nem pela internet, naaaada, aí achamos na Leader. Mas, na hora que vimos o tal do brinquedo, conhecendo bem a minha garota, achei que ela ficaria decepcionada. Primeiro, ela se apaixonou pela Acqua Brink porque saía água de verdade. Depois vimos a Geladeira numa loja e ela se encantou de novo. Mas no dia que ela viu o comercial com geladeira, pia, fogão e tudo mais que virava uma maletinha, ela queria porque queria a tal. Mas, como disse antes, na hora que vimos o tal brinquedo maravilhoso, achamos que seria muito mais divertido se ela ganhasse a geladeira mais legal e uma pia que funcionasse. Acho que a mãe vai brincar mais que a filha, hahahaha.
Pro Dudu, já estava decidido desde sempre: um triciclo. Mas aí o Guto achou que era injusto ela ganhar dois e ele um só, então, como ele vive fuçando nas ferramentas do pai, achamos que ele gostaria dessa caixa de ferramentas.
E foi assim que estouramos o limite do cartão (pelo menos até a gente pagar a fatura desse mês, aí a gente estoura de novo, hahahaahaha).
Padeeeeece, filha! 4:02 PM
Terça-feira, Dezembro 11, 2007
Apresentação de Final de Ano!!!
No backstage, se preparando
Minha galinhazinha dançando (a fantasia é feiosa, mas na última hora foi o que achei, rs)

Padeeeeece, filha! 8:05 PM
Segunda-feira, Dezembro 10, 2007
Quem precisa de parentes? - Post editado
Não quero mais pensar no que me incomoda. Pode ser até eu esteja correndo da raia, mas isso é temporário pra eu voltar ao meu estado normal. Passei por um período de chateações e constrangimentos em série, quero paz e sossego no meu coração.
Mudando completamente de assunto, Mariana vai mudar de escola ano que vem. Entramos no sorteio das vagas para a creche da UFMG e ela foi sorteada. Eduardo não foi, mas está como primeiro excedente na faixa etária dele. Mesmo que ele não vá, ela vai porque a escola é muito boa, a proposta pedagógica é muito bacana e cobre algumas (as principais) falhas da outra escola e eu não pago nada, nada, nada, nem lanche, nem material escolar, nem coisa nenhuma. É menos perto de casa (não dá pra ir à pé como a outra), mas a gente arruma um escolar e tá tudo certo.
Hoje vai ser a apresentação de final de ano da Mariana, e isso significa que mais tarde tem fotos novinhas, hehehehe.
Padeeeeece, filha! 7:32 PM
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